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Tannat Dunamis 2013 é prata no Mondial Bruxelles

Spirits Selection 2015 aconteceu entre os dias 1º e 4 de julho, na cidade de São Paulo

Introduzido recentemente no mercado, o Tannat Dunamis 2013 já recebe importante premiação. Durante o Spirits Selection 2015, que ocorreu na última semana, em São Paulo, a bebida foi contemplado com a Medalha de Prata na premiação destinada a vinhos, o Mondial de Bruxelles. Com a premiação, o Tannat Dunamis assume papel de destaque, por ter sido premiado nas duas safras existentes. É a segunda premiação da Dunamis este ano, que teve o seu Cabernet Franc contemplado com medalha de ouro na Grande Prova Vinhos do Brasil.

Para o enólogo Vinicius Cercatto, responsável pela elaboração do Tannat ao lado de Thiago Peterle, a premiação é reconhecimento do potencial da Dunamis no que diz respeito a cultivo da uva e elaboração do vinho. A medalha de prata para o Tannat 2013 consolida o vinho como o mais emblemático da vinícola, que já está em sua segunda safra. “A Dunamis consegue potencializar o caráter da uva, uma fruta com identidade própria e apropriada para o terroir da campanha gaúcha. Temos cuidado em todas as etapas”. Com 15 meses de envelhecimento em barricas de carvalho e oito meses em garrafa, o Tannat Dunamis 2013 possui aromas frutados mais intensos. A maturação excelente da safra taninos macios e aveludados na medida certa, já que todo o processo ocorreu de forma natural, respeitando o tempo da uva e da bebida. O resultado é um vinho amável e saboroso.

A safra anterior do Tannat, de 2012, também foi premiada com prata no mesmo concurso na edição 2013. A sucessão de duas premiações dá destaque à bebida, que assume a identidade de um vinho descomplicado, livre de convenções e ousado. Envelhecido em barricas de carvalho, o Tannat Dunamis 2013 chega ao mercado com pouco mais de três mil garrafas em circulação. A produção em média escala dá particularidades ao vinho, que recebe todo cuidado inclusive na extração do potencial da uva. “Para a elaboração do Tannat, o cuidado maior é na extração de taninos. Cuidamos ao máximo em degustação, hora a hora, para que os taninos sejam doces e maduros. Uma extração exagerada, mesmo com taninos maduros, pode levar o vinho a ser muito tânico, pesado, necessitando um longo tempo de envelhecimento para ser consumido”, pontua Vinícius Cercatto. “Atualmente, estamos com 4.800 litros nas barricas de carvalho para maturação da próxima safra do Tannat, que virá para surpreender como nos outros anos”, revela o enólogo.

MONDIAL DE BRUXELLES

A competição internacional recebe amostras do mundo inteiro e os degustadores, escolhidos a rigor, são provenientes de diversas nacionalidades. Este ano, foram 245 amostras de vinhos inscritas, divididas em quatro categorias: Vinhos Brancos Tranquilos, Vinhos Tintos Tranquilos, Vinhos Secos Rosados Tranquilos e Vinhos Espumantes. A agenda dos degustadores é composta em três sessões diárias de quatro horas, em média. Todas as amostras são avaliadas às cegas e o avaliador é informado apenas do número da série e da amostra que está sendo servida, em garrafa totalmente encapada, diretamente na taça do degustador. A relação das amostras degustadas é informada somente antes da declaração dos resultados.


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